de Devaneio em Prosa
no Paradoxo do Existir
Como preservar a integridade mental e os laços afetivos numa sociedade que fragmenta, atomiza e instrumentaliza?

Este livro nasceu como anotações da alma — de um pai para o filho. Três anos depois, tornou-se um ensaio literário-filosófico híbrido de memórias, em que um homem disseca a si mesmo nas encruzilhadas de sua existência.
Narrado em vozes internas que se contradizem e se revelam mutuamente — fragmentos de uma autoconsciência em busca de integração, enquanto dialoga com Hegel, Darwin, Dostoiévski, Nietzsche, Jung, Bauman, Krenak…


Não é um livro de respostas. É o registro visceral de quem aprendeu que o sofrimento não é obstáculo à vida, mas seu ingrediente mais fértil — e mais perigoso.